Marco Aurelio Vicente, Gerente de Produtos Bancários
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Marco Aurelio Vicente

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Sobre mim

Bancário na Caixa Econômica Federal, sou formado em Administração pela Universidade de Passo Fundo, pós-graduado em MBA Gestão de Pessoas pela Anhanguera. Sou interessado em assuntos de Administração por formação e Economia e Direito por vontade e curiosidade de saber mais sobre o mundo ao redor.

Comentários

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Marco Aurelio Vicente, Gerente de Produtos Bancários
Marco Aurelio Vicente
Comentário · há 11 dias
Essa lei é inaplicável. Eu tenho cor para me encaixar como negro ou como branco. Ninguém consegue me dizer ao certo a qual grupo pertenço. E para então poder decifrar, usam uma banca de profissionais e professores que com sua carga própria de "preconceitos" julgam a cor da pessoa. Isso não funciona, pq não há uma linha clara entre o que é ser negro e o que é ser branco. Acredito que mais da metade das pessoas desse país se situam entre as duas raças, não se distinguindo.
Se por esse lado fica muito complicado saber quem é negro e quem não é, tratam de dizer que se trata de inclusão. Discordo veementemente desse discurso, pois uma vez que separa e segrega, já está discriminando. Para concursos, que nada mais é do que uma seleção profissional, deve ser imperioso a impessoalidade, a eficiência e moralidade da seleção. Deixe as cotas de negros e pobres para as universidades. Para estudar, todos devemos, ou deveríamos, ter as oportunidades, e aí sim entra o social e poder trazer pessoas boas, mas que não tem recursos, para irem mais longe. Para o trabalho, deve ir aquele que for mais preparado, pois o serviço público exige pessoas preparadas.
Cotas só para deficientes, que a estes sim é feito justiça ao reservar os 5%. Isso pq o deficiente tem já algo que o coloca um degrau abaixo dos demais concorrentes. Já ser negro, branco, amarelo, azul ou verde não coloca ninguém em situação de desvantagem.
Tomara que tornem inconstitucional esta lei, pois o concurso ainda é uma das formas mais justas de contratação. E manter esta lei, ao meu ver, tira um pouco desta justiça.

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Primeiramente, é importante frisar que a "Lei" do concurso público é o Edital! Assim, é nesse documento que você encontrará a resposta.

No caso apresentado, como 5% das vagas seriam destinadas a candidatos deficientes (PNE), é necessário olhar quantas vagas foram disponibilizadas para o cargo. Como a pergunta não cita, vamos a um exemplo prático.

Suponhamos que existam 20 vagas para o cargo pretendido, dessas 5% são reservadas a PNE. Assim temos que 01 (uma) vaga seria reservada a deficiente (Porque 5% de 20 é 1).

No exemplo, seriam chamadas 19 pessoas pela ampla concorrência e 1 pessoa PNE (portador de necessidade especial).

Qual a ordem? Bom, se não estiver disposto em modo diverso no edital, a vaga do PNE é aquela que a porcentagem garanta (0,6), isto é, seriam chamados 11 da ampla concorrência e o 12º será PNE (0,6) e os outros serão ampla concorrência.

Em outro exemplo, com a existência de apenas 3 vagas, como 5% corresponderia a apenas 0,15 vaga, não existiria vaga reservada para PNE. Logo, as 3 vagas seriam destinadas a ampla concorrência.

Vejamos em um concurso cuja reserva de vagas seja de 20% e que existam 20 vagas. Nesse caso, 04 vagas seriam PNE.

A ordem convocatória seriam as 2 primeiras preenchidas pela ampla concorrência, depois a 3 seria PNE (0,6), depois voltaria a ampla concorrência até 7 vaga e o 8 (1,6) seria PNE, depois seriam destinados aos PNEs as vagas de números 13 (2,6) e a de número 18 (3,6).

Desse modo, deve-se observar as disposições do Edital, seguir a regra acima demonstrada e se houver desrespeito a ordem de convocação poderá ser impetrado Mandado de Segurança.

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